Pesquisa revela que a Oração afeta o cérebro positivamente

Confiar em Deus é realmente uma questão de segurança e benefício pessoal para quem se dispõe a obedecê-lo. O texto de Salmos 105.4, simplesmente diz “Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente.” O Salmo 19.8-11 confirma isto: “Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos. O temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos. Também por eles é admoestado o teu servo; e em os guardar há grande recompensa.”

Recentemente saiu uma pesquisa científica sobre o benefício da oração. As freqüentes descobertas científicas só comprovam a veracidade da Bíblia. Veja este texto do site Gospel mais sobre como a oração afeta o cérebro de forma positiva:

Como práticas espirituais afetam o nosso cérebro? O doutor Andrew Newberg, diretor de pesquisa do Centro de Medicina Integrativa, sediado na Universidade Thomson Jefferson decidiu responder a esta pergunta estudando ao longo de décadas o efeito neuro-científico de experiências religiosas e espirituais.

Em um vídeo que foi ao ar no documentário produzido pelo canal de TV History Channel chamado “Through the Wormhole” [Grandes Mistérios do Universo], narrado pelo ator Morgan Freeman, o doutor Newberg explica seu estudo.

Para analisar o efeito da meditação e da oração no cérebro, ele injetou nos pacientes um corante radioativo inofensivo para o corpo, mas que pode ser detectado por aparelhos de tomografia. Enquanto as pessoas estão envolvidas com a oração, o corante migra para as partes do cérebro onde o fluxo sanguíneo é mais forte. Ou seja, pode ser percebido na parte mais ativa do cérebro.

As imagens abaixo comparam a atividade do cérebro de um pastor presbiteriano quando ele está em repouso e quando está orando.

A parte vermelha indica uma maior atividade e, neste caso, o aumento daatividade é observada nos lobos frontais e na área cerebral responsável pela linguagem. Como esta é a parte do cérebro que fica ativa durante uma conversa, Newberg aponta que, para o cérebro, orar a um Deus invisível é o mesmo que falar com uma pessoa que se pode ver.

O contraste pode ser percebido quando pediu-se que pacientes ateus meditassem ou “pensassem em Deus”. O doutor Newberg afirma que não conseguiu detectar qualquer atividade cerebral no lobo frontal, diferentemente do que ocorrer com os pacientes religiosos.

A conclusão científica é que a religião cria experiências neurológicas concretas. Para os religiosos, Deus está tão perto quanto o mundo físico que nos rodeia. Como a ideia de Deus é inimaginável para os ateus, seu cérebro não registra nada.

Por isso, conseguimos entender que, pelo menos quando os religiosos estão orando, realmente têm esse tipo de experiência… Trata-se de uma experiência neurologicamente real, conclui.

Fonte : Gospel Prime

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