Como Eliminar Nódulos Musculares para aliviar o estresse e a fadiga

Nódulos musculares, também chamados de pontos-gatilho miofasciais, são dolorosos e podem ser responsáveis por dores de cabeça. Causados pelo uso excessivo ou utilização inadequada dos músculos, pelo estresse ou pela ansiedade, os nódulos musculares podem resistir muito a tratamentos. Remover nódulos musculares exige bastante esforço e muitas técnicas dependendo de suas preferências pessoais e dos tipos de tratamento que funcionam melhor para seus músculos. Você pode ajustar seu estilo de vida para impedir que novos nódulos se desenvolvam e aprender algumas técnicas para controlar a dor.

1.Identifique áreas com nódulos. Alguns nódulos doem sem sofrer pressão, tornando fácil identificá-los. Outros só doem quando você aplica pressão. Usando seus dedos, toque suavemente seus músculos na busca por pontos de pressão. Você pode sentir um nódulo ou caroço no músculo. Muitas pessoas têm nódulos musculares na metade superior das costas. Esse é um bom lugar para começar sua busca. [1]
2.Visite um massoterapeuta. Esses especialistas são treinados em terapia muscular e conhecem as melhores técnicas para diminuir a dor causada pelos nódulos. Eles aplicarão compressão ao músculo e à área ao redor dele. Eles compreendem como tal processo afeta os tecidos ao redor dos nódulos e o resto de seu corpo. [2]

3. Aplique uma massagem em si. Massagens profissionais podem ser caras, especialmente se você precisar visitar um massoterapeuta regularmente. Uma alternativa é aprender técnicas de massagem que você possa usar em si. Pressione os músculos gentilmente e esfregue-os com movimentos circulares. Faça isso em todo seu corpo – inclusive em músculos que não possuam nódulos – para deixá-lo completamente relaxado.

  •  Um método de massagem envolve passar uma bola de tênis ao redor da área aplicando uma pressão leve, causando uma pequena dor no nódulo muscular. Exercendo pressão, mantenha a bola no lugar por 30 segundos. Siga esse procedimento com outros nódulos musculares.

4. Alongue seus músculos. O alongamento deixa os músculos flexíveis. Considere fazer tai chi ou yoga, que combina relaxamento com alongamento. os alongamentos e a massagem se complementam. Segundo Clair Davies e Amber Davies, autores do livro “Trigger Points Therapy”, a massagem e a alívio dos pontos sensitivos deve ser feito antes do alongamento.

5.Exercite-se regularmente. O exercício afeta os músculos de uma maneira parecida com a massoterapia. O exercício regular alonga os músculos e preserva a flexibilidade deles, eliminando a tensão.[5]

  • Exercícios aeróbicos normalmente são bons para aliviar a dor muscular, especialmente os que trabalham os ombros (como a natação). [6]
  • O yoga Bikram (yoga quente) oferece os benefícios de uma banheira quente com o bônus adicional dos exercícios de flexibilidade. Certifique-se de seguir as recomendações. Hidrate-se antes de começar e lembre-se de permanecer hidratado. Evite comer refeições grandes três horas antes da aula. Prefira alimentos leves e de fácil digestão ricos em eletrólitos, como bananas. Durante a aula, se você sentir câimbras seguidas de tontura, náusea ou fraqueza, afaste-se do ambiente e procure tratamento. A maioria das aulas de Bikram tem uma hora e meia. Converse com o instrutor antes de sua primeira aula. Se não estiver acostumado a altas temperaturas, seu objetivo será ficar na sala de aula durante todo o treino antes de começar a fazer os exercícios.

6. Visite um fisioterapeuta. Você aprenderá exercícios que lhe ajudarão a fortalecer e alongar os músculos com um fisioterapeuta. Ele pode contribuir para arrumar seu estilo de vida e prevenir nódulos musculares. [8]

fonte : http://pt.wikihow.com/Eliminar-N%C3%B3dulos-Musculares.

editado por naturopatia news

Fontes e Citações

  1. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  2. Davies, Clair e Amber. Trigger point therapy workbook. oakland, new harbinger, 2004.
  3. http://www.webmd.com/a-to-z-guides/myofascial-pain-syndrome-topic-overview?page=2
  4. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  5. http://www.webmd.com/a-to-z-guides/myofascial-pain-syndrome-topic-overview?page=2
  6. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  7. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  8. http://www.webmd.com/a-to-z-guides/myofascial-pain-syndrome-topic-overview?page=2
  9. http://www.webmd.com/a-to-z-guides/myofascial-pain-syndrome-topic-overview?page=2
  10. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  11. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  12. http://www.prohealthmd.com/MHan/content/muscle-knot-it-might-be-trigger-point
  13. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  14. http://www.prohealthmd.com/MHan/content/muscle-knot-it-might-be-trigger-point
  15. http://www.webmd.com/a-to-z-guides/myofascial-pain-syndrome-topic-overview?page=2
  16. http://www.webmd.com/pain-management/tc/transcutaneous-electrical-nerve-stimulation-tens-topic-overview
  17. http://health.clevelandclinic.org/2014/05/knot-in-your-neck-4-ways-to-relieve-trigger-point-pain/
  18. http://www.webmd.com/a-to-z-guides/myofascial-pain-syndrome-topic-overview?page=2

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O eixo intestino-cérebro : O segredo para a cura do intestino

Um dos aspectos que merecem uma atenção especial para quem tem problemas no intestino é o conexão do cérebro-intestino. Isso ocorre porque o nervo vago faz a ligação entre o cérebro e o intestino, e a função deste tem que estar intacta para promover movimentos intestinais eficientes. ¹²

O dr. Datis Kharrazian, expert em tratar disfunções cerebrais, nos dá uma pista de como isso acontece : “Tudo que você experienciou, sentiu, ou conduziu na vida é devido a função cerebral. A habilidade de desfrutar, perceber, ter sensações e experiências de vida é ditada pela taxa de disparo e saúde do seu cérebro. É impossível para uma pessoa tornar-se saudável mentalmente ou fisiologicamente sem um cérebro saudável”

A saúde intestinal é afetada pelo nervo vago, porque este liga o sistema nervoso entérico ao tronco cerebral, o que implica que o cérebro tem influência no intestino e o intestino influencia no cérebro. Com um nervo vago deficiente a pessoa pode apresentar diversos sintomas intestinais como dificuldade para realizar a evacuação e gases, sendo que esses sintomas não irão se resolver com suplementos.

Alguns sintomas de disfunção no nervo vago

  • Instestino irritável e sibo (supercrescimento intestinal de bactérias)
  • Gases
  • Inchaço
  • Batimentos cardíacos acelerados
  • Respiração ofegante
  • Medo
  • Problemas na fala
  • Deglutição deficiente

Outro fator a se considerar para se desenvolver a deficiência do nervo vago é o estresse prolongado. O estresse ativa o nervo vago de uma forma negativa, fazendo com que ele vá diminuindo a sua função.

“Quando  percebido pelo cérebro, a resposta simpática(luta ou fuga) é desencadeada ao invés da resposta parasimpática (descansar e digerir), que é exigida para uma boa digestão”³

Melanie Christner, nutricionista e especialista na dieta gaps

 

O que fazer para ativar o nervo vago?

1.gargarejo (1 copo com água)

2.entoação de voz 

Para ativar o nervo vago, basta que você cante alto ou então entoe um som, como por exemplo o som “OM”. Para conseguir ter uma maior eficiência faça da seguinte forma: mantenha o “O” por 5 segundos e depois mude para o “M” e segure por 20 segundos. 

3.tussir

Aviso : Esses procedimentos devem ser feitos por pelo menos umas 10 a 12 vezes por dia. Realize por algumas semanas para um máximo benefício.

Referências

  1. Ciaran D.Corcoran, Philip Thomas, Jack Phillips, Veronica O’Keane. Vagus nerve stimulation in chronic treatment-resistant depression: Preliminary findings of an open-label study. The British Journal of Psychiatry, vol 189, p 282
  1. Terry L.Powley , Robert J. Morphology and topography of vagal afferents innervating the GI tract. American Journal of Physiology – Gastrointestinal and Liver Physiology, vol 283, p G1217
  1. http://empoweredsustenance.com/gut-brain-axis/
  1. http://drsircus.com/medicine/function-vagus-nerve
  2. http://www.wisegeek.org/what-are-the-symptoms-of-vagus-nerve-damage.htm (sintomas de nervo vago danificado)
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A Estratégia FODMAP Contra os Gases! – Uma Nova Abordagem para a Síndrome do Intestino Irritável

O problema é sério e está espalhado por aí de uma maneira impressionante  – pelo menos um em cada cinco brasileiros tem a queixa. Não chega a ser uma questão de vida ou morte, mas incomoda, e muito. Refiro-me aos gases – quase sempre acompanhados de inchaço abdominal, borborigmos (aqueles sons embaraçosos vindos da barriga) e desconforto, que pode ser dor do tipo cólica. Quem apresenta esse quadro, sabe do que estou falando, e de como a vida poderia ser bem melhor sem esses sintomas.

No consultório, quando recebo os pacientes com os exames, corro logo ver o resultado do teste de intolerância à lactose. Em outros casos, vou direto para os anticorpos ou resultado da biópsia de duodeno quando suspeito da doença celíaca. Não que eu queira que os pacientes tenham essas duas condições, só que o que fazer quando todos esses exames vêm com resultados negativos? O que fazer com os gases? O que resta investigar? Será então a síndrome do intestino irritável, logo devo entrar com medicações para aliviar a dor e parar por ai? Indicar dieta com fibras, pouco álcool, pouca cafeína e gordura além de prescrever probióticos?  O artigo no qual me lanço trata justamente sobre esses casos e nele abordarei uma conduta para reduzir ou acabar com os gases e inchaço: a estratégia FODMAP.

O problema é sério e está espalhado por aí de uma maneira impressionante  – pelo menos um em cada cinco brasileiros tem a queixa. Não chega a ser uma questão de vida ou morte, mas incomoda, e muito. Refiro-me aos gases – quase sempre acompanhados de inchaço abdominal, borborigmos (aqueles sons embaraçosos vindos da barriga) e desconforto, que pode ser dor do tipo cólica. Quem apresenta esse quadro, sabe do que estou falando, e de como a vida poderia ser bem melhor sem esses sintomas.

No consultório, quando recebo os pacientes com os exames, corro logo ver o resultado do teste de intolerância à lactose. Em outros casos, vou direto para os anticorpos ou resultado da biópsia de duodeno quando suspeito da doença celíaca. Não que eu queira que os pacientes tenham essas duas condições, só que o que fazer quando todos esses exames vêm com resultados negativos? O que fazer com os gases? O que resta investigar? Será então a síndrome do intestino irritável, logo devo entrar com medicações para aliviar a dor e parar por ai? Indicar dieta com fibras, pouco álcool, pouca cafeína e gordura além de prescrever probióticos?  O artigo no qual me lanço trata justamente sobre esses casos e nele abordarei uma conduta para reduzir ou acabar com os gases e inchaço: a estratégia FODMAP.

Curiosamente, um achado comum nesses pacientes é a restrição que possuem a determinados alimentos, sendo os principais deles o feijão, o brócolis, o pimentão e a lentilha. Eles relatam que quase imediatamente ao consumi-los, apresentam os sintomas digestivos do começo do texto. Logo, fica evidente que essas pessoas não conseguem digeri-los adequadamente, sofrendo efeitos de sua fermentação dentro dos intestinos. Acredito que essa foi a pista inicial para pesquisadores australianos, em especial Sue Shepherd, debruçarem-se sobre a composição de determinados alimentos e tentar identificar quais causam sintomas. O nome da abordagem – FODMAP – é um acrônimo para um conjunto de carboidratos osmóticos que podem ser de difícil digestão para algumas pessoas (“fermentable oligosaccharides, disaccharides, monosaccharides and polyols”) – veja a tabela abaixo com uma lista resumida.

Outro detalhe importante, em especial para colegas médicos e nutricionistas, é que alguns desses carboidratos, como as fructanas e a rafinose são digeridos por bactérias da flora intestinal e, caso ela não se encontre em equilíbrio – condição chamada dedisbiose –, os sintomas prevalecerão sempre. A flora intestinal é alvo frequente de pesquisas envolvendo não só aspectos digestivos, mas relacionados ao sistema imunológico e obesidade. A prescrição de probióticos e prebióticos é crescente e encontra espaço em casos de distensão, diarreia e constipação. Por último, colegas, como essas queixas guardam relação com o sobrepeso e obesidade, preparem-se para trata-las no dia-a-dia, pois elas serão cada vez mais frequentes!Quem sofre com os gases não necessariamente apresenta intolerância a todos os carboidratos FODMAP, podendo, em grande parte dos casos, ter dificuldade com um ou dois tipos. É comum, no entanto, a intolerância combinada à lactose e à frutose, assim como ocorre com quando da doença celíaca, quando muitos pacientes não toleram o glúten e a lactose simultaneamente– mais de 30% dos celíacos também não consegue digerir a lactose.

Voltando aos FODMAP’s, agora falando sobre a frutose, há problemas tanto na sua quantidade quanto na relação à de glicose: mesmo alimentos não tão ricos em frutose podem causar sintomas quando a relação está aumentada (maior que um) – é o caso da manga, por exemplo, que apresenta 3 gramas de frutose por 100g (o que não tão elevado), porém a relação frutose/glicose é de 3,1.

Para muitos leitores, acredito que essa questão FODMAP soe como uma novidade, porém, há pesquisas que a embasam cientificamente há pelo menos 15 anos e, com as recentes publicações em revistas indexadas de nutrição e gastroenterologia, o assunto ganha relevância.  Os resultados do benefício de uma dieta com baixo FODMAP são, com o perdão do exagero da palavra, extraordinários em pacientes com a síndrome do intestino irritável – até 74% de redução nos sintomas.  Ressaltando que essa síndrome é  uma condição de prevalência significante – mais de 10% da população adulta – e ainda carece de recomendações nutricionais específicas, ficando o tratamento focado na redução dos sintomas, nem sempre às causas.  Nela, acredita-se que o paciente acometido tenha a percepção da distensão intestinal alterada, ou seja, tolera menos o excesso de gazes, que no caso, pode ser causado pela intolerância aos carboidratos fermentáveis da lista. Em dissertação defendida em 2013, na USP, o feijão foi indicado como um dos alimentos que mais deflagrou crises em pacientes com a síndrome do cólon irritável.

E como é a estratégia FODMAP?  Não é fácil. Na verdade, ela exige muita disciplina! Nela, retiram-se da dieta todos os alimentos contidos numa grande lista. É claro, outra grande lista de alimentos permitidos também é oferecida! Orienta-se o paciente a seguir com a dieta de baixo FODMAP por 4 a 6 semanas, logo, “desafios alimentares” são feitos com a introdução dos mesmos por grupos e em baixa quantidade. Inicia-se por frutose, lactose, sorbitol e manitol. Após, continua-se com fructanas e GOS (rafinose). Deve-se tentar aumentar as quantidades de cada grupo até a tolerância máxima, isso porque como você pode constatar na tabela, a maioria dos alimentos ricos em FODMAP é muito saudável, apresentando efeitos benéficos também para a digestão – pelo efeito prebióticos e quantidade de fibras.

Existem outras condições que ainda estão sendo estudadas e que estão relacionadas aos sintomas, como a intolerância ao glúten na ausência da doença celíaca e a dificuldade na digestão de algumas substâncias como a cafeína. Quanto à condição de intolerância ao glúten na ausência de testes confirmatórios para a doença celíaca, há grande possibilidade da intolerância de base ser exclusiva ao trigo – não ao glúten! A intolerância ao glúten não celíaca, seria na verdade um tipo de intolerância FODMAP. Impressiono-me com a quantidade de estudos nessa área e a “fermentação” do tema nutrição e saúde intestinal na medicina. Existem pistas, porém ainda muitas incertezas e desconfianças.

Trazendo para o campo das soluções, além da identificação e retirada dos carboidratos que causam os gases, alguns recursos terapêuticos podem ajudar. No caso dos GOS (rafinose), há a opção de alfa-galactosidade no mercado brasileiro (Digeliv, do Laboratório Apsen) – até há pouco tempo era necessário adquirir nos Estados Unidos (Beano). Há também uma infinidade de probióticos nas prateleiras de farmácias e supermercados, que podem ser bastante úteis.

Exemplos Alimentos FODMAP | mygutfeeling.eu

Ninguém deve começar uma dieta restritiva ou tratamento por conta própria. Procure sempre um profissional para orientá-lo.

Bom, espero ter dado esperanças para os leitores que sofrem diariamente com os gases, inchaço e cólicas, ah! e com os borborigmos. Quem sabe, com essas informações, algum leitor até se aventure a encarar uma boa feijoada sem medo.

Leandro Minozzo – Médico Nutrólogo e Clínico Geral, Novo Hamburgo – RS

fontes 

1. http://www.leandrominozzo.com.br/blog/?p=688

2. http://www.mygutfeeling.eu/dieta-low-fodmap/

referencias 

Gibson PR, Shepherd SJ. Evidence-based dietary management of functional gastrointestinal symptoms: The FODMAP approach. J Gastroenterol Hepatol. 2010 Feb;25(2):252-8.

Fedewa A, Rao SS. Dietary Fructose Intolerance, Fructan Intolerance and FODMAPs. Curr Gastroenterol Rep. 2014 Jan;16(1):370.

Halmos EP, Power VA, Shepherd SJ, Gibson PR, Muir JG. A Diet Low in FODMAPs Reduces Symptoms of Irritable Bowel Syndrome. Gastroenterology. 2014 Jan;146(1):67-75.e5.

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Disbiose intestinal: já ouviu falar?

por Nutricionista Daniela Mendes Tobaja

Provavelmente você já deve ter escutado: “A gente é o que a gente come”, eu ainda completaria com: “A gente é o que agente come, ABSORVE E UTILIZA”. Não basta comer, a digestão que se inicia na boca e que depende de uma boa mastigação (o que não acontece na pratica de muitos), um adequado ph salivar, estomacal e intestinal, e também de  um intestino saudável.

O intestino possui 10 vezes mais bactérias e 100 vezes mais material genético do que o número total de células no organismo. É o habitat de mais de 100 trilhões de micro-organismos de mais de 400 espécies.

Ter um intestino saudável é essencial para qualidade de vida. Quando falo saudável, não estou me referindo somente ao transito intestinal e sim no tipo de colonização de bactérias probióticas, ou seja, bactérias que trazem benefícios como produção de vitaminas do complexo B, vitamina K, enzimas digestivas, absorção de nutrientes, redução dos níveis de colesterol, desintoxicação hepática, maturação do sistema imunológico (GALT e MALT), entre outros inúmeros benefícios ao corpo. O descontrole desta flora intestinal, ou seja, a prevalência de bactérias patogênicas é chamada de disbiose intestinal.

  • Sintomas clássicos:

– Constipação e/ou flatulências (constipação é caracterizada pela frequência,  consistência, formato e sensação de esvaziamento incompleto);

– Depressão (o aminoácido triptofano que seria convertido em serotonina, o hormônio do bem estar (e a melatonina), serão convertidos pelas bactérias patogênicas em outras substancia tóxicas);

– Aumento da fome por doces (estimulado pelas bactérias patogênicas, falta de serotonina e outros nutrientes que ter sua absorção comprometida).

– Insônia (devida redução de melatonina);

– Ganho de peso (devido ao aumento de inflamações e queda da serotonina); ou baixo peso (devida síndrome de má absorção);

– Aumento do colesterol (devida a intoxicação que é gerada, favorecendo a um aumento do colesterol endógeno, que é o produzido pelo próprio corpo);

– Permeabilidade intestinal: que favorece a queda do sistema imunológico e aumento de inflamações e reações alergênicas: como rinite, sinusite, artrite, celulite, entre outros;

– Infecções urinárias (de repetição);

– Micose;

– Acnes;

– Memória ruim (a inflamação favorece a morte dos neurônios)

– Estresse (pela falta das bactérias probióticas que são capazes de controlar os níveis de cortisol)

– Sintomas relacionados a falta de vitaminas e minerais (devida a grande inflamação, permeabilidade intestinal, ph impróprio,  muitos nutrientes tem sua absorção prejudicada, favorecendo ao aumento de ansiedade, queda de cabelo, unhas fracas, osteoporose, anemia, entre muitos outros).

  • Causas:

Entre as possíveis causas da disbiose estão: a idade, o estresse, não ter sido amamentado por um tempo mínimo de seis meses (visto que no leite materno estão as bactérias benéficas ao corpo e elas devem ser as primeiras bactérias a colonizar o intestino), alimentação inadequada (rica em açúcares, fungos, gorduras, pobre em vitaminas, minerais, fibras, etc.), constipação, uso de medicamentos (como laxantes e antibióticos), má mastigação e digestão, alteração do pH salivar, estomacal e intestinal e estado imunológico debilitado.

  • Diagnóstico:

É realizado pelo nutricionista a partir dos sintomas ou exame de urina (indican).

  • Tratamento:

Geralmente são tratamentos longos, variando muito caso a caso. É feito com um adequamento alimentar, visando desfavorecer o crescimento de bactérias patogênicas, inclusão de alimentos substrato das bactérias benéficas e suplementos.

Fonte:  ANutricionista.Com – Daniela Mendes Tobaja – CRN3 27602 –Nutricionista em Piracicaba.

Referências Bibliográficas:
Tsukumo D. M., Carvalho, B. M., Carvalho-Filho, M. A., Saad, M. J.A. Investigação translacional em microbiota intestinal: novos horizontes no tratamento da obesidade. Arq. Bras. Endocrinol Metab. Vol. 53, n.2, 2009.

Gareau MG, Jury J, MacQueen G, Sherman PM, Perdue MH. Probiotic treatment of rat pups normalizes corticosterone release and ameliorates colonic dysfunction induced by maternal separation. Gut, 56:1522-1528, 2007.

Cotter, P.D., Paul D. Cotter. Small intestine and microbiota. Intestino delgado e microbiota. Current Opinion in Gastroenterology, 27:99–105, 2011.

Timmermana H. M., Niersd, L. E. M., Ridwane, B. U. et. al Design of a multispecies probiotic mixture to prevent infectious complications in critically ill patients, 2007.

Almeida, Barros, L. Marinho, Bastos. C., Souza, Silva et. al. Disbiose intestinal. Rev. bras. nutr. clín; 24(1): 58-65, 2009.

Arias, B. U., Beltrán, J. F., Paz, J. E. G., Dinza, M. R. et. al. Flora bacteriana intestinal en pacientes con hepatopatías crônicas. MEDISAN v.14 n.5 Santiago de Cuba, 2010.

Guarner F. . Papel de la flora intestinal en la salud y en la enfermedad. Nutr.Hosp. v.22 supl.2 , 2007.

Mönckeberg F. B., Corsini G.A. GUT MICROBIOTA, METABOLISM AND CALORIC BALANCE. Rev. chil. nutr. vol.38 n.4, 2011.

Gill, H.S, Guarner, E. Probiotics and human health: a clinical perpective. Postgrad Med. J. 80:516-26, 2004.
Paschoal, V., Naves, A., Fonseca. A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional: dos princípios a pratica clínca. P. 142- 169, 2010.

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Glúten e trigo são saudáveis?

Para responder a esta pergunta, segue uma ótima entrevista com o Dr. William Davis autor do best seller Wheat Belly “Barriga de Trigo”  concedida para o site Wellness Mama, que traduzimos.

William Davis é um cardiologista preventivo que possui uma abordagem única por meio, da dieta, que o permite reverter e não apenas prevenir as doenças cardíacas. 

Ele começou recomendando uma dieta livre de trigo aos seus pacientes, pois os produtos feitos com trigo elevam o açúcar na corrente sanguínea mais do que uma barra de chocolate tipo um Snickers ou Twix. Além da melhora nos níveis de açúcar no sangue, ele ficou surpreso ao ver que seus pacientes também experimentavam: perda de peso de 10 a 15kg ao longo de vários meses, tiveram melhora ou cura total da artrite, melhora na asma o suficiente para eliminar 2 a 3 inaladores, cura total do refluxo ácido e da síndrome do intestino irritável, desaparecimento do inchaço nas pernas e dormência delas. A maioria reportou um aumento na claridade mental, sono mais profundo e humores e emoções mais estáveis.

Entrevista com o Dr. Davis:

Como você chegou à conclusão de que o trigo é nocivo na sua forma atual?

Eu aprendi quão ruim o trigo era quando eu pedi aos meus pacientes cardíacos para removê-los da sua dieta.

Eu fiz isso porque 80% das pessoas que eu conhecia pela primeira vez eram diabéticos ou pré-diabéticos, situações que dobram ou triplicam os riscos de doenças cardíacas. Em um esforço para minimizar esta situação, eu apliquei um fato simples: duas fatias de pão integral aumentam o açúcar sanguíneo mais do que 6 colheres de açúcar, mais do que uma barra de chocolate Snickers ou Twix. (A maioria das pessoas não sabe que o índice glicêmico do pão integral está entre os mais altos de todos os alimentos).

Então, eu pedi que todo mundo removesse o trigo da sua dieta para observar os efeitos no açúcar sanguíneo. As pessoas voltavam depois de 3 a 6 meses e, de fato, seu açúcar sanguíneo e HbA1c (uma medida do açúcar sanguíneo 60 dias antes) estavam muito menores, até o ponto em que alguns diabéticos já não eram mais diabéticos. Mas as pessoas me contaram muito mais: elas perderam 15 quilos, perderam 10 centímetros da sua cintura, se sentiram muito melhores do que haviam se sentido nos últimos 20 anos com mais energia, menos mudanças de humor e sono profundo. Eles me disseram como experimentaram alivio total do refluxo gástrico, síndrome do intestino irritável, enxaquecas, artrite das mãos e dos dedos e dores nas juntas, sinusite e sinusites crônicas. Eles me disseram que sua artrite reumatóide estava tão melhor que eles estavam no processo de reduzir a medicação, a sua colite ulcerosa e doença de Crohn melhoraram tanto que não era mais necessária a medicação, os edemas nas pernas desapareceram e as coceiras /irritações foram embora.

No começo, eu ignorei, pensando que era pura coincidência. Mas os efeitos se tornaram tão freqüentes e consistentes que as conclusões se tornaram inevitáveis: o trigo era a causa principal de uma lista inacreditável de problemas de saúde e ganho de peso, e que sua eliminação era a chave para uma saúde surpreendente.

E note que as pessoas que cortaram o glúten da dieta não eram necessariamente sensíveis ao glúten, o trigo foi evitado por todas as pessoas, e foram raras as pessoas que não experimentaram no mínimo alguma melhora mensurável na saúde, senão uma transformação completa. Eu agora recomendo evitar completamente o trigo para todos os meus pacientes, assim como qualquer outra pessoa interessada em recuperar o controle da saúde e do peso.

Como o consumo de trigo está relacionado à saúde do coração?

O consumo de trigo causa doenças cardíacas. Não é o colesterol, não é a gordura saturada que está por trás da maior causa de morte nos americanos, é o trigo.

A comunidade nutricional tem sido culpada por seguir uma seqüência lógica falha: se algo não é bom para você (farinha branca processada) é substituído por algo menos ruim (grãos integrais) e há um benefícios para a saúde aparente, então um monte de coisa menos ruins para você são boas para você. Vamos aplicar isso à outra situação: se algo ruim para você – cigarros Camel sem filtro – é substituído por algo “menos ruim” – cigarros Salem filtrados – então a conclusão seria fumar muito dos cigarros Salem. A  próxima questão lógica deveria ser: quais seriam as conseqüências para a saúde da remoção completa? Só assim você pode observar os efeitos do grão integral vs nenhum grão… e pelo que eu testemunho todos os dias, você vê uma transformação completa na saúde.

O consumo de trigo, devido ao seu carboidrato único, amilopectina A, estimula a formação de partículas pequenas e densas de LDL, mais do que qualquer outro alimento comum. Partículas pequenas e densas de LDL são a maior causa de doenças cardíacas nos EUA. A maioria dos adultos hoje em dia possuem uma abundância de pequenas partículas de LDL porque eles foram ensinados a cortar a gordura e consumir “muitos grãos integrais saudáveis” . Esta situação de excesso de pequenas partículas LDL pode aparecer em um teste de colesterol convencional como altos níveis de colesterol LDL (“mau”), junto com baixos valores de colesterol HDL e triglicérides altos que freqüentemente levam ao uso de remédios a base de estatina. Quando um teste mais sofisticado de lipoproteínas é realizado, a explosão de pequenas partículas de LDL se torna óbvia.

Combine isso com o aumento de apetite disparado pela proteína gliadina no trigo, que age como um estimulante de apetite, e você irá ganhar peso. O peso ganho é geralmente no abdômen, na gordura visceral profunda que promove a inflamação, o que eu chamo de “barriga de trigo”. A gordura visceral da barriga de trigo é um foco de inflamação, enviando sinais inflamatórios para a corrente sanguínea e resultando no aumento do açúcar sanguíneo, pressão sanguínea e triglicérides, tudo contribuindo para o aumento do risco de doenças cardíacas.

Diga adeus ao trigo e as pequenas partículas de LDL, seguido por uma perda de peso pela gordura visceral (abdominal) da barriga de trigo. A inflamação diminui, o açúcar sanguíneo cai, a pressão sanguínea cai. Em resumo, a eliminação do trigo é um dos meios mais poderosos de reduzir o risco de doenças cardíacas.

Quais outras doenças você viu que estavam associadas com o consumo de trigo?

Uma lista mais curta seria a das doenças que não estão associadas com o consumo de trigo.

As conseqüências gastrointestinais do consumo de trigo incluem as doenças comuns como refluxo ácido e os sintomas da síndrome do intestino irritável, como gases, cólicas e diarréia. As pessoas com doenças intestinais inflamatórias como colite ulcerosa e doença de Crohn’s tiveram melhoras e, algumas vezes, alivio total das cólicas, dores, diarréias e sangramento.

Os efeitos no cérebro e no sistema nervoso vão de distúrbios de humor, como a depressão, passando por explosões de comportamento em crianças com déficit de atenção e hiperatividade e autismo, até o disparo de alucinações nas pessoas com esquizofrenia e mania nas pessoas com transtornos bipolares. O trigo também pode gerar danos diretos no cérebro e no sistema nervoso e aparece com uma condição chamada de ataxia cerebelar, a perda progressiva do equilibro e controle da bexiga, e neuropatia periférica, a perda do sentido, usualmente nos pés e nas pernas. Um grupo de pesquisas britânico, por exemplo, descobriu que 50% das neuropatia periférica sem explicação podem ser justificadas pelo consumo de trigo. Também há a recente descrição detalhada da encefalopatia do glúten, ou demência pelo glúten, como chamada pela Mayo Clinic, onde o diagnóstico é feito geralmente na autópsia.

Dores nas juntas e inchaço são acompanhamentos comuns do consumo de trigo. As formas mais comuns envolvem o pulso e os dedos. Outros experimentam o alívio de dores nas costas e nos quadris ao eliminar o trigo, especialmente se há perda de gordura no abdômen, já que a barriga serve como um depósito para a inflamação, perca a barriga de trigo, a inflamação vai embora.

Problemas de pele comumente melhoram ou desaparecem com a eliminação do trigo. Problemas comuns como acne melhoram, assim como uma longa lista (suficiente para encher quatro paginas) outros problemas de pele, de granuloma anular,, a dermatite alérgica a gangrena.

Da cabeça aos pés, não há sistema no corpo que não seja afetado pelo consumo de trigo.

Quais são as coisas mais importantes para se entender no que diz respeito ao consumo de trigo?

Eu acredito que um dos aspectos mais cruciais da conversa sobre o trigo, para que as pessoas entendam é que a proteína gliadina no trigo age como um estimulante do apetite. As pessoas que consomem a proteína gliadina no trigo consomem, em média, 400 calorias a mais por dia.As pessoas que eliminam a proteína gliadina com o trigo consomem 400 calorias a menos por dia, mesmo se calorias, gramas de gordura ou tamanho das porções não é restrita.

Eu acho que este fato tem sido usado como uma vantagem pelas grandes empresas de alimentos. Ponha farinha de trigo, e por conseqüência gliadina, em todos os produtos que puder, você aumenta o apetite, aumenta o consumo, aumenta as vendas. Eu acredito que isto explica porque a farinha de trigo pode ser encontrada nos lugares mais improváveis, como sopa de tomate e alcaçuz.

A proteína gliadina no trigo exerce este efeito no cérebro humano porque é rebaixado para um grupo de compostos chamados de exorfinas, ou compostos exógenos similares as morfina; estes efeitos podem ser bloqueados com administração de drogas que bloqueiam os opióides. Sim, o efeito do estimulo de apetite pode ser completamente desabilitado pelas mesmas drogas que os viciados em heroína tomam para bloquear seu efeito. Os estudos com voluntários têm demonstrado que as pessoas que receberam remédios que bloqueavam o efeito opióide tiveram um desejo muito reduzido por bolos, cupcakes e bolachas. Uma empresa farmacêutica fez um pedido no começo de 2011 para o remédio naltrextona para a perda de peso; nos estudos clínicos, a naltrextona teve sucesso, com os pacientes perdendo 10 quilos, por mês, ao reduzir o consumo calórico em 400 calorias por dia.

Enquanto o trigo continuar a fazer parte da sua dieta, você não terá o controle completo sobre os seus impulsos e a fome. O consumo de calorias é maior, especialmente para os alimentos com carboidratos. O peso se acumula, particularmente ao redor da cintura. Elimine o trigo, e você terá o controle fisiológico normal sobre a fome.

Se uma pessoa decide eliminar o trigo, ela, deve procurar alternativas “sem glúten” ou qual o tipo de dieta que você considera melhor?

Primeiro, eu acredito que nós devemos retornar aos alimentos reais, não processados, sempre que possível. Isso significa consumir vegetais, nozes e oleaginosas cruas, carnes, peixes, ovos (incluindo as gemas), queijos, óleos saudáveis como azeite de oliva extra virgem e óleo de coco.Eu não acredito que nos devemos contra ou limitar calorias, principalmente se nos eliminamos o estimulante de apetite mais potente, o trigo. Se você sente falta de coisas assadas (bolos, pães) eu forneço boas receitas no livro barriga de trigo, assim como no blog barriga de trigo. Estas receitas de cookies de chocolate e cheeskace, por exemplo, são livres de trigo, quase livres de açúcar, baixas em carboidratos e são geralmente saudáveis o suficiente para consumir a qualquer hora sem nenhuma conseqüência para a saúde como ganho de peso ou inchaço.

Eu recomendo fortemente que as pessoas evitem produtos comerciais livres de glúten. Isso porque, no lugar da farinha de trigo, estes produtos como o pão integral sem glúten, são feitos usando farinha de milho, farinha de arroz e farinha de batata. Estas farinhas em pó estão entre os poucos alimentos que aumentam o açúcar sanguíneo ainda mais que o trigo integral. Isso significa que estes alimentos geram um aumento de peso no abdômen (barriga sem glúten), aumentam o açúcar sanguíneos, a resistência a insulina, diabetes, catarata e artrite. Eles NÃO são uma boa substituição ao trigo.

Ok, agora uma pergunta difícil… Você pode nos dar uma explicação de 10 a 15 segundos que nos ajude a explicar porque evitar o trigo entre nossos amigos e parentes?

Claro. O publico Americano precisa estar ciente que a indústria de agroalimentos tem te enganado. Eles aprenderam a usar este cavalo de tróia, o trigo, guardando a sua proteína escondida, a gliadina, para aumentar o apetite.

O trigo é um opióide fraco. Consuma trigo, você vai querer mais trigo, mais carboidratos. A gliadina do trigo é convertida em exorfinas, compostos similares a morfina que podem ser bloqueados com remédios bloqueadores de ópio.

Ainda pior, nos somos aconselhados por nossas próprias agencias do governo como a USDA e agencia ser serviços humanos e de saúde que os grãos integrais são bons para nos e nos deveríamos comer mais. Consuma mais “trigos integrais saudáveis” , nós comemos mais, nós ganhamos peso, nós obtemos todas as conseqüências para a saúde e peso como hipertensão, colesterol alto, artrite, refluxo acido e diabetes. As empresas de alimentos ganham dinheiro, as empresas farmacêuticas ganham dinheiro, nós todos pagamos o preço.

A epidemia de diabetes e obesidade tem posto a culpa em nós. Dizem-nos que somos obesos e diabéticos porque comemos demais e somos preguiçosos. Eu não acredito nisso. Eu acredito que a maioria dos americanos são conscientes da sua saúde e tentam fazer pelo menos, algum exercício. Eu não acredito que nós somos diferente, por exemplo, das pessoas dos anos 50 ou 60. Eu acho que nós fomos levados a culpar a nós mesmos, enquanto todo esse tempo, grande parte da culpa deveria ser deste produto corrupto gerado pelas pesquisas genéticas, propagado pela agroindústria e colocado em uso em busca do lucro.

fonte : http://primalbrasil.com.br/comer-trigo-e-saudavel/?utm_campaign=2_da_primeira_semana_de_fev_-_duplicado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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complô contra os polivitamínicos

Por Blake Gossard, Kira Schmid, ND , Lucas Hube , ND, MBA, Steven V. Joyal , MD

Fonte: Life Extension Foundation
Traduzido por: Essentia Pharma

Com graves erros metodológicos, duas publicações e um editorial da edição de 17 de dezembro da revista Annals of Internal Medicine tentaram colocar em descrédito o valor dos suplementos vitamínicos1-3.

Em um destes estudos, os participantes receberam multivitamínicos de baixa qualidade e com doses terapêuticas inadequadas. As taxas de adesão e de abandono ao tratamento foram decepcionantes nos estudos. No entanto, as fontes convencionais estão usando esses estudos falhos ​​para condenar os suplementos multivitamínicos.

O primeiro estudo, que utilizou suplementação vitamínica de baixa dosagem, analisou os efeitos cognitivos em idosos do sexo masculino2 e, não surpreendentemente, as conclusões questionaram os benefícios dos polivitamínicos para a cognição. No segundo estudo, aos indivíduos com histórico de infarto cardíaco foi fornecido um suplemento multivitamínico ou placebo e foram monitorados por cerca de 4,5 anos, para ver se tinham eventos cardíacos1.

Embora apresente falhas graves na metodologia, ainda assim o estudo revelou evidências benéficas no uso de multivitamínicos na redução de risco cardiovascular. No entanto, os pesquisadores que desenvolveram o estudo, ignoraram estes dados que ofereceram proteção ao sistema cardiovascular, e assim concluem o trabalho questionando os benefícios dos multivitamínicos.

Estes grandes equívocos nos desenhos e metodologias dos estudos não estão sendo discutidos nos meios de comunicação. Em vez disso, esses estudos desfavoráveis ​​estão alimentando o esforço da medicina oficial para prejudicar os suplementos nutricionais de alta qualidade.

Questões relacionadas ao estudo da função cognitiva

Critérios inadequados de adesão

Foi considerado uma boa taxa de adesão quando os participantes ingerissem o multivitamínico em 2/3 do período de estudo. Ou seja, mesmo que ficassem 4 meses durante o ano sem a suplementação, esses indivíduos eram incluídos nas estatísticas.

Questionário falho baseado na memória

Uma vez por ano, os participantes eram convocados a relatar quão boa ou ruim estava sua adesão ao tratamento. Esta abordagem baseada na memória tende a ser tendenciosa, uma vez que estudos mais rigorosos, além de outros métodos, solicitam aos participantes que devolvam a quantidade de produto não utilizada para ser quantificada.

Multivitamínicos de baixa dosagem

O suplemento utilizado na pesquisa continha concentrações inadequadas de nutrientes, por exemplo, ao se observar a pequena quantia de vitamina C (60mg), de vitamina B12 (25mcg) e selênio (20 mcg).

Pessoas que buscam a saúde e conscientes com as dosagens diárias necessárias para efeitos terapêuticos, sabem que tais doses são improváveis de oferecer benefícios consideráveis à saúde​​, além de ser ressaltado pelos próprios autores que ” doses de vitaminas podem ter sido muito baixas…”.

Benefícios Cognitivos apesar da baixa dosagem

Apesar da baixa dosagem das vitaminas usada neste estudo, benefícios foram vistos no grupo que usou os multivitamínicos. Após 2,5 anos de tratamento com baixa dosagem, houve uma melhora na função cognitiva dos participantes comparada aos controles, embora sem significância estatística.

Outras evidências comprovam que a suplementação nutricional ajuda a função cognitiva

Os multivitamínicos que contêm muitos nutrientes demonstram afetar o declínio cognitivo. As vitaminas B6, B12 e o ácido fólico são importantes para as reações de metilação que são cruciais para a saúde do tecido cerebral. A deficiência desses nutrientes está associada ao comprometimento grave da função cerebral5. Em um estudo placebo-controlado foi visto que homens e mulheres com transtorno cognitivo leve suplementados com vitaminas B6, B12 e ácido fólico por 24 meses, apresentaram 29% menos atrofia do cérebro e resultados dos testes cognitivos mais elevados, em comparação com aqueles que receberam placebo6.

Diversos estudos mostraram que o estresse oxidativo esta envolvido em patologias de comprometimento cognitivo leve e na doença de Alzheimer7,9. Vitaminas antioxidantes como vitamina C, vitamina E e beta-caroteno protegem o cérebro dos dano oxidativos10.

As evidências comprovam ações da vitamina A sobre a fisiologia e comportamento do cérebro na idade adulta. Um exemplo é um metabólito da vitamina A, o ácido retinoico, que é uma potente molécula sinalizadora no cérebro e ajuda na regulação do crescimento da célula nervosa, na sobrevivência dos nervos, e na plasticidade sináptica11.

Em um estudo duplo-cego, placebo-controlado, envolvendo mais de 200 indivíduos saudáveis com idade média de 50 anos​, foram divididos aleatoriamente em dois grupos que receberam um multivitamínico ou placebo por 2 meses, e então, foram avaliados para a função cognitiva. Mostrou-se que aqueles que ingeriram o multivitamínico mostraram-se menos fatigados, além de serem mais rápidos e precisos na resolução dos testes cognitivos. Também, aqueles tomando multivitamínicos foram capazes de resolver mais rápido os testes matemáticos que os que recebiam placebo12.

Outro estudo de 8 semanas duplo-cego, controle-placebo, publicado em 2012 por pesquisadores australianos, administrou multivitamínicos em homens com idades entre 50 a 74 anos. Os autores notaram que a suplementação melhorou significativamente alguns aspectos da memória e concluiu que “a suplementação relativamente de curto prazo com um multivitamínico pode beneficiar […] fatores de risco para o declínio cognitivo.”13

Questões relacionadas ao estudo sobre alterações cardiovasculares

Baixa adesão

No estudo de eventos cardiovasculares, impressionante que 46% dos indivíduos descontinuaram o uso do multivitamínico durante o estudo.Para gerar uma análise eficaz, há de se recorrer a um número aceitável de participantes que sigam o tratamento do início ao fim. É incompreensível que os investigadores tenham achado aceitável gerar uma análise de eficácia quando metade do grupo de tratamento ativo falhou em aderir ao tratamento. Além disto, é surpreendente que os editores da Annals of Internal Medicine permitissem que esta pesquisa metodologicamente falha fosse publicada em sua revista.

Os membros da Life Extension® sabem que benefícios para a otimização da saúde não podem ser alcançados de forma casual ou comendo uma dieta saudável ou usando os suplementos nutricionais de uma forma intermitente. Obter uma saúde ideal é um esforço ao longo da vida que requer o uso regular de suplementos nutricionais de alta qualidade e completos.

Estudo Minimiza os Efeitos dos Multivitamínicos na redução de eventos cardiovasculares

Dois resultados incluídos na pesquisa demonstraram a redução dos eventos cardiovasculares no grupo do multivitamínico, embora sem significância estatística. Esse efeito normalmente aumenta a medida que aumenta a duração do tratamento no período dos 4 anos e meio.

Por exemplo, apesar de concluírem que os multivitamínicos não protegiam contra eventos cardiovasculares, os próprios pesquisadores encontraram uma redução de 11% entre os que usaram o multivitamínico em seu objetivo primário (composto do tempo para morrer por qualquer causa, infarto, acidente vascular cerebral, revascularização coronariana ou hospitalização por angina).

Além disso, houve uma redução de 18% no objetivo secundário (composto de tempo para morte cardiovascular, ataque cardíaco, ou acidente vascular cerebral).

Pressupostos de eficácia absurdos

Uma importante parte em um desenho de estudo envolve a definição de um limiar de efeito que poderão ser considerados os resultados estatisticamente relevantes baseados no número de participantes e na duração do estudo. Neste estudo, os autores projetaram uma redução de 25% no risco cardiovascular. Em outras palavras, para este estudo concluir que multivitamínicos proporcionem benefícios cardiovasculares, a intervenção teria que eliminar 1 em cada 4 dos eventos cardiovasculares.

Por colocar este limiar de eficácia tão alto, este estudo foi construído para concluir que os multivitamínicos não proporcionariam benefícios a partir desta configuração.

Grupo recebendo multivitamínicos apresentava mais pacientes diabéticos

Diabetes mellitus é um dos mais fortes fatores de risco conhecidos para a doença cardiovascular. Portanto, é extremamente importante que qualquer estudo que examine resultados cardiovasculares certifique-se de que todos os participantes tenham taxas basais semelhantes de diabetes. Se isto não acontecer, o grupo com maior frequência de diabetes terá certamente risco cardiovascular desproporcionalmente maior.

Neste estudo com falhas do Annals of Internal Medicine, os indivíduos no grupo multivitamínico apresentaram níveis mais altos para diabetes desde o início do estudo, comparados com o grupo placebo. Essa diferença no índice de diabéticos pode ter influenciado os resultados.

Baixas Doses de Vitaminas D e B12

Embora os pesquisadores que conduziram este estudo tenham se referido ao multivitamínico como “alta potência”, um dos componentes mais criticamente importantes para a saúde cardiovascular estava praticamente ausente da fórmula14.

O multivitamínico utilizado neste estudo continha uma doses de apenas a 100 UI de vitamina D. A Life Extension® defende o uso diário de 2000UI de vitamina D em um multivitamínico para a manutenção dos níveis de 25 (OH) D entre 50 a 80 ng/mL.

O outro nutriente crítico para a saúde cardíaca é a vitamina B12. Este reduz os níveis do aminoácido homocisteína que dana os vasos, a qual está associada com o risco cardiovascular15.
A fórmula multivitamínica usada no estudo tinha 100mcg de vitamina B12. Life Extension® defende que na fórmula multivitamínica deve ter entre 300 a 600mcg de vitamina B12, com doses maiores se necessário para manter os níveis de homocisteína ideais (<8 μmol/L)16.

Negligenciada a importância crítica do Gama-Tocoferol

Enquanto a forma alfa-tocoferol da vitamina E foi incluída na fórmula utilizada no estudo, a forma gama-tocoferol não o foi. Evidências mostram que, na ausência de gama-tocoferol, o alfa-tocoferol pode não proporcionar uma proteção cardiovascular significativa. Além disto, evidências sugerem que a suplementação apenas com o alfa tocoferol pode de fato reduzir os níveis de gama-tocoferol, que é cardioprotetor.

A forma alfa-tocoferol da vitamina E diminui o dano oxidativo ao revestimento arterial, evitando a agregação e acumulação de células sanguíneas, bem como a formação de coágulos17. Esta também inibe a proliferação da musculatura lisa (envolvida no processo de formação de placas)18, ​​melhora a estabilidade das placas gordurosas, melhora a função das células que revestem as artérias, a regulação do tônus ​​vascular e combate à inflamação19. Apesar das suas funções excepcionais, os ensaios clínicos que utilizaram somente alfa-tocoferol mostraram-se contraditórios em relação aos efeitos cardioprotetores. Isto pode ocorrer devido ao papel do gama-tocoferol na saúde cardiovascular. Uma vez que altas doses de alfa-tocoferol reduz dramaticamente os níveis de gama-tocoferol, os benefícios do alfa-tocoferol podem ser dissipados pelo efeito adverso de diminuir os níveis de gama-tocoferol20.

Gama-tocoferol é importante na defesa contra a doença cardíaca. Muitos investigadores confirmam que altos níveis teciduais de gama-tocoferol estão associados com níveis mais baixos de doenças e morte por eventos cardiovasculares21.

De fato, muitos estudos mostram que pacientes com avançada doença cardíaca apresentam níveis normais de alfa-tocoferol, mas têm níveis substancialmente mais baixos de gama-tocoferol22-24. Em um estudo que acompanhou durante sete anos mais de 334 mil mulheres na pós-menopausa, sem doenças cardíacas prévias, e que receberam maior ingestão de vitamina E na dieta, na forma predominante de gama-tocoferol, apresentou resultados muito bons relacionados a um menor risco de morte por doença cardiovascular. Os dados não pareceram demonstrar um papel de proteção semelhante para a forma de alfa-tocoferol25.

O Editorial Minimiza os Benefícios Pesquisados de Vitaminas e Minerais

Apesar das opiniões apresentadas pelos autores do editorial, outras pesquisas mostraram que os multivitamínicos protegem contra o câncer e doenças cardiovasculares26,27. Por exemplo, o Physician’s Health Study II (PHS-II) mostrou que o uso de um multivitamínico foi associado com uma redução de 8% na incidência geral de câncer e uma redução de 12% na mortalidade por câncer após 11,2 anos de acompanhamento. Além de uma redução de 39 % no risco de ataque cardíaco fatal em aqueles que tomam um polivitamínico26.

Supplentation in Vitamins and Mineral Antioxidants Study (SU.VI.MAX) encontrou uma redução de 31% na incidência total de câncer em homens suplementados com multivitamínico27. Quando os resultados do SU.VI.MAX em homens foram cruzados com o PHS -II, o risco de incidência para todos os tipos de câncer foi reduzido ao longo de 10 anos de acompanhamento28. Em adição, muitos estudos mostraram benefícios consideráveis associados com a suplementação. Uma pequena amostra da grande quantidade de estudos sólidos que confirmam o benefício que a suplementação de vitaminas e minerais proporciona, é mostrado a seguir. Um estudo de 2013 que envolveu 88.045 mulheres pós-menopáusicas relatou que a ingestão de riboflavina e vitamina B6, seja através da dieta e de suplementos, reduziu o risco de câncer de colorretal10.

Uma publicação de 2007 que avaliou 81.184 participantes, notou que a baixa ingestão de vitamina B6 está associada com um aumento de risco do câncer de colorretal29. A suplementação de selênio em 77.446 homens e mulheres com idade entre 50 e 76 anos, mostrou-se protetora contra o câncer do pâncreas30. Em 2012, pesquisadores europeus publicaram resultados de um grande estudo com 23.943 indivíduos que fizeram uso de suplementos vitamínicos antioxidantes durante 11 anos em média. Houve redução de 48% do risco de morrer de câncer e 42% no risco de morrer por qualquer causa, respectivamente, em comparação com os que não consumiram os antioxidantes31.

Conclusão

Com base em uma análise desses estudos e as pesquisas existentes, a Life Extension® continua a recomendar a suplementação de um multivitamínico de alta qualidade, contendo doses fisiológicas de uma ampla gama de vitaminas e minerais, bem como doses maiores de ômega 3, vitamina D, curcumina, coenzima Q10, PQQ, carnosina, ácido lipoico, entre outros nutrientes e hormônios que desempenham um papel crucial na manutenção da saúde .

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O que os Antioxidantes fazem por Nós?

por Nutricionista Fernanda Marino de Oliveira – CRN8 6502

Todos já ouvimos falar em Antioxidantes e em como eles “destroem” os radicais livres, mas a maioria das pessoas não sabem realmente o que ocorre quando os consumimos.

RADICAIS LIVRES
Primeiramente, precisamos saber o que são os temidos radicais livres. Os chamados radicais livres são moléculas que ficam “soltas” em nosso organismo, o que acaba levando essa molécula a entrar em nossas células, causando a oxidação da mesma. Ou seja, os radicais livres lesionam ou até matam nossas células. Essas lesões podem levar ao envelhecimento precoce e até mesmo à várias doenças como cardiopatias, aterosclerose, diabetes e até mesmo o câncer.
Não existe uma maneira de não produzirmos radicais livres, já que nós o produzimos até quando respiramos ou praticamos atividades físicas, portanto o consumo dos chamados antioxidantes é a principal maneira de nos prevenirmos conta a ação das moléculas de radicais livres.

ANTIOXIDANTES
Os antioxidantes atuam em diferentes formas contra os radicais livres. Primeiramente eles agem impedindo a formação das moléculas, os antioxidantes também são capazes de impedir o ataque dos radicais livres evitando a formação lesões em nossas células, eles ainda podem reparar as lesões caudadas pelos radicais removendo os danos e reconstituindo as células danificadas.

ALIMENTOS FONTES DE ANTIOXIDANTES
Dentre os principais alimentos fonte de antioxidantes estão as frutas, legumes e verduras. Os antioxidantes encontrados na dieta e suas fontes são:
B-caroteno: presente em alimentos de cor amarelo/laranja e vegetais verdes escuros, como mamão, cenoura, abóboras, mangas, pêssegos, espinafre, couve, chicória, agrião.
Vitamina C: presente principalmente em frutas cítricas como laranja, limão, abacaxi.
Vitamina E: presente em grãos e sementes oleaginosas, sementes de girassol, nozes, amêndoas, avelãs, e também encontrado em couve, abacate, alface, espinafre, carnes magras.
Flavonóides: encontrado em sucos de uva e vinhos tintos, morangos, nozes e soja.
Catequinas: presente principalmente em chás, como o chá verde ou o chá preto.
Carotenoídes e Vitamina A: Os carotenoídes são encontrados em legumes e frutas de cor laranja/vermelhas. Os carotenoídes são precedentes da vitamina A, encontrada nas mesmas fontes que os carotenoídes e também em alimentos de origem animal.
Licopeno: Presente em alimentos avermelhados, como o tomate, melancia e goiaba.

FUNÇÕES DOS ANTIOXIDANTES
Estudos indicam que a Vitamina C possui efeito protetor contra danos causados pela exposição a radiações e medicamentos, também é atribuído a vitamina C o papel de protetora contra o desenvolvimento de tumores.
A vitamina E pode impedir danos causados por radicais livre associados a doenças específicas como artrite ou catarata.
A vitamina A tem apresentado ação preventiva contra vários tipos de câncer como o de mama, estômago, bexiga e pele, e juntamente com a vitamina C pode prevenir o câncer retal ou de cólon.
Os flavonóides são responsáveis por “eliminar”os radicais livres do nosso organismo e também estão associados a prevenção de doenças cardiovasculares. O licopeno é o principal flavonóide encontrado em nossa alimentação e é bastante associado a prevenção de vários tipos de câncer.
As catequinas podem ser benéficas para algumas doenças como o diabetes tipo 1, cardiopatias e infecções virais.
Os alimentos ricos em antioxidantes mostram que uma dieta variada é importante para a manutenção da saúde do nosso organismo.
Em alguns casos especiais a quantidade de radicais livres é muito grande e se faz necessário maior variedade de nutrientes antioxidantes. Esse é o caso de quem está estressado e muito cansado fisicamente e mentalmente. Se esse for o seu caso, teste uma das fórmulas antioxidantes abaixo. Prefira a do chá-verde se quiser emagrecer.
É importante lembrar que é sempre bom consultar um nutricionista para uma indicação correta da quantidade necessária de antioxidantes para cada individuo e que os alimentos podem ser utilizados como auxiliadores na prevenção e tratamento de várias doenças e não podem ser substitutos de medicamentos e outros tratamentos indicados por um médico.

Fórmula Antioxidante

– chá verde (3x ao dia) : tomar até as 17:00 para não causar insônia
– Vitamina C(ascorbatos) : 3x 400 mg
– polivitamínico* com zinco(quelato), vitamina E e selênio(quelato)

Fórmula Antioxidante 2

– cúrcuma (3x ao dia) : tomar 3 colheres de café(menor que a de chá) por dia
– Vitamina C(ascorbatos) : 3x 400 mg
– quercetina : 500 mg(fracionar em 2x 250 mg ao dia)
– polivitamínico* com zinco(quelato), vitamina E e selênio(quelato)

*Não compre os polivitamínicos das fármacias, pois tem baixa qualidade. Prefira os de marca confiável como life extension e designs for health, importados, que tem minerais quelados e as formas naturais das vitaminas.

Fonte: ANutricionista.Com – Fernanda Marino de Oliveira – CRN8 6502 –
edição : naturopatia news

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